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FENAG reforça diálogo com a Caixa e cobra avanços para um Super Caixa justo

A FENAG voltou a se reunir com a Caixa, nesta quinta-feira (22/01), para tratar do Super Caixa, tema que preocupa gestores de todo o país. O encontro ocorreu de forma remota e reafirmou a disposição da Federação em manter o diálogo permanente na busca por aprimoramentos no programa.

Participaram da reunião o presidente da FENAG, Marconi Apolo, a vice-presidente Maria Oliveira, o presidente da AGECEF/MS, Marcos Ricco, e, a convite da Federação, o gestor da Caixa Leandro Jonattan, associado da AGECEF/Rio.

Os representantes dos empregados destacaram que o Super Caixa vem sendo amplamente debatido, com a realização de estudos, construção de propostas e agendas conduzidas por um Grupo de Trabalho nacional. O objetivo é identificar soluções concretas que atendam às demandas apresentadas pela base e promovam maior justiça no programa.

Um dos pontos centrais do debate foi o impacto dos critérios atualmente exigidos, como CSAT, SISNS e indicadores de alta performance, que deixam um número significativo de unidades fora da habilitação. O banco reafirmou a continuidade do Super Caixa e sinalizou abertura para discutir alternativas que ampliem a participação das unidades, reconhecendo a necessidade de ajustes.

Segundo a empresa, há esforços em andamento para identificar possíveis inconsistências na apuração do CSAT e do SISNS, com avanços já observados nesse processo. Ao final do encontro, Leandro Jonattan compartilhou o sentimento de milhares de empregados, contribuindo com percepções práticas e reforçando a importância de um programa mais aderente à realidade das unidades.

A atuação da FENAG em defesa de melhorias no Super Caixa tem sido constante. Desde o anúncio das regras, a Federação mantém diálogo permanente com o banco, realizou uma pesquisa nacional com mais de 3.000 gestores, em julho de 2025, que apontou falta de transparência e injustiças nos gatilhos de 100%, apresentou propostas para tornar o programa mais equilibrado — como a consideração do atingimento dos objetivos das SRs e a habilitação de unidades com resultado a partir de 90% — além de apoiar o abaixo-assinado “Valorização Já”, que reuniu mais de 7.000 assinaturas em agosto de 2025. O tema também é pauta recorrente em reuniões técnicas e na mesa permanente de negociação.

Redação AGECEF/BA